sábado, 1 de novembro de 2014

Talvez Eu

Ocasiões dizem 
Como se falassem de você com domínio
Transmitindo percepções
Atingindo e atacando seu ego e desfazendo pulsos de vontades
Não sou eu
Mas...
São conspirações!
Aspirações que passam de alguns para outros
Como verdadeiras tramas do destino
Só que incompleta!
A minha espera
Desesperada espera
Sou o centro de tudo e o centro de nada
Pois como nada me vejo 
Diante da adversidade do sonho
O que me faz continuar a sonhar?
A retomar a vida?
A felicidade da vida!
Que está contida em mim 
E de mim não me faz desistir
Sou revolucionária do meu eu
Luto comigo mesma a cada minuto
[...]
Mas e os outros...
O que fazem sobre mim?
Idealizam o fim da batalha
Me veem com afagos e carinhos
Acompanham meu sonho
E eu?
O que faço de mim?
Indecifrável saber - sigo me descobrindo
Infinitude de possibilidades não permitem parar
Mesmo assim se PARÁ
Para refletir
Para sorrir
Felicidade é o que se busca
Em algum momento se é feliz
A verdadeira felicidade é seguir multiplicando momentos felizes
Talvez eu esteja dentro deste multiplicar
Com a cognição de mundo
Se segue...
Se busca...
Se quer...
Se...

Ser feliz.

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