quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

Um Horizonte Descontente

Algo que sempre aterroriza o homem é pensar no futuro.
Quando criança sempre ouvimos algo como: pense no seu futuro!
Faça isso ou aquilo pelo seu futuro.
Aí cabe a indagação se está falando de duas coisas diferentes?
O segundo seguinte já é o futuro.
Como pensar nele dentro de si mesmo?
Com tantas metas e objetivos a alcançar o que fazer?
Resolver qual problema primeiro? Já que existem tantos.
Seria o futuro um mar de problemas?
Uma coisa é certa. É muito chato pensar nisso!
Dizem que o futuro é planejado, mas dizem ainda que o futuro à Deus pertence
Ele me pertence?
A Religião, a Ciência, as Guerras, os horrores, os Amores todos se dizem senhores do futuro.
Eu como indivíduo aonde estou como futuro que nem mesmo conheço!
O pensamento de Martin Heidegger trata sobre tempo e o ser
Onde o ser é o pensamento
E o presente é o sujeito
E desta forma pensamento e sujeito formam o futuro
Isso nos remete portanto, a música de Engenheiros do Havaí – Muros e Grades
Se tudo depende do pensamento e do sujeito cabe ao indivíduo construir o próprio futuro sem deixar-se corroer pela ideia da impossibilidade diante da complexidade, pois se assim fosse não haveria ideias, não haveria revoluções.
Não existe futuro.
Quem quer viver... vive.
Futuro é conceito. Uma vez pensado já passou, é passado.
A série de opções e de dizeres sobre a vida também são conceitos.
O que vale é a possibilidade de gerar-se algo de bom agora enquanto presente – sujeito, enquanto ser – pensamento.
“Somos o que podemos ser, sonhos que podemos ter” – Carpe Diem.


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