sábado, 18 de abril de 2015

Alma de Denise

Sou muitas de mim. Sou minhas próprias dúvidas. Sou minha própria segurança e minha força. Não diria que centro, mas abandono próprio, seja no viés empírico ou filosófico sou minha confusão e minha certeza.
Minha alma divaga sobre tudo, mas nada cabe em mim. Em tudo me relativizo, em tudo me realizo e nada encontro. Aos meus críticos só posso dizer não sou narcisista, sou apenas eterna insatisfação, inquietação de quem busca. Inconformada por saber que posso ser e fazer e que se deve sempre buscar.
Minha aparente apatia é apenas um recomeço diário. Quem se prende aos meus humores está perdido, pois como já disse tudo é relativo, inclusive meu humor. Deixando claro, não sou bipolar, sou mulher que sempre se refaz de tudo e, ao mesmo tempo se desfaz de tudo.
Nego solenemente o amor, apenas gosto. Qualquer coisa, culpo meus hormônios, sou mulher. Cada dia é um dia. Meu pensamento é mais veloz que uma notícia na internet, sou um perigo! E o que me faz auto destruir é a palavra.
Não sei se chegarei a ser adulta apesar de tentar, pois minha alma infantil e feliz ainda está. Brincadeiras e sorrisos são minhas consequências diárias que transmito a quem achar necessárias. Minha natureza se faz a partir da originalmente criada. Não sou perfeita não, mas sou viva, verdadeira e apaixonada por vida.
Transcendo ao brincar com animais, ao nadar no rio, ao tomar açai em meio a mesa rodeada de amigos. Sou feliz.
Meu erro está em amar; é essência de mim confiar. Valores e princípios circundam minha mente como se a todos afetasse e como se regra geral fosse. Há o empecilho nesta fase, há a desordem em ser eu, contornando assim o amor meu.

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